ACINFAZ

O Desenvolvimento Local – parte II (Edição 100 – Setembro 2016)

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Prezado leitor,

Em um grande evento, aconteceu a cerimônia alusiva à apresentação dos membros que estão administrando a ACINFAZ nesta gestão denominada ACINFAZ Mais. No dia 29 de agosto, estiveram lá mais de 500 convidados, que presenciaram a celebração de convênios e parcerias intencionais nas área tributária e de crédito, o lançamento do grande projeto “Fazenda Rio Grande 2050”, além de degustarem um refinado jantar muito bem elaborado para esta festividade. Aliás, quero aqui parabenizar a todos os membros diretores, conselheiros, coordenadores, patrocinadores, funcionários e imprensa que se envolveram na organização desta festa. Cumprimento, especialmente, aos que estiveram presentes e deram o tom maior do espetáculo!

Agora, publicamente empossado presidente, sinto um compromisso ainda maior, pois a responsabilidade de estar ocupando o cargo mais alto desta importante entidade me faz repensar cada ato ou assinatura que tomamos em representação e gestão desta Casa. Quando presidi esta mesma entidade no período de 2000 a 2004, as realidades do município e da ACINFAZ eram outras. Porém, naquela época, já havia lampejos de que indicadores de crescimento, desafios estruturais e de serviços para a cidade fariam parte do debate que os empresários deveriam repensar e planejar. E isto chegou!

Retornando ao cargo doze anos depois, hoje vejo o quanto esta entidade é importante para Fazenda Rio Grande. E isto é por que esta Associação faz parte do cotidiano do município, pois este nome tem uma credibilidade muito forte, principalmente quando entramos no tema desenvolvimento.

Quero aqui posicionar a marca desta gestão 2016-2018, a qual denominamos de ACINFAZ Mais. O “Mais” vem destacar exatamente o que queremos para esta entidade e para a nossa cidade. Mais! Precisamos avançar em todas as áreas e não podemos esperar que só o Poder Público execute, mas sim que nós, empresários e sociedade organizada, participemos efetivamente do processo de construção de um modelo de uma cidade que queremos.

Logo, temos por princípios estatutários aplicar os conceitos da tríplice missão, que trata do associativismo, da prestação de serviços e do apoio ao desenvolvimento local. O associativismo tange ao agrupamento de empresas, de líderes, de pessoas que querem um ideal comum. A prestação de serviços é o diferencial, que valoriza o nosso associado, que busca produtos e serviços para sua empresa, com refinamento qualitativo e com custo-benefício direto. E o desenvolvimento local, como o nome já produz o efeito, é o município em que estamos inseridos se desenvolver em sua essência e não somente no discurso. Mas, para isso, é necessário exercermos um trabalho associativo e cooperativo, buscando um ideal que agrade a maioria e não a um grupo.

Na ocasião, alinhamos com a diretoria, conselhos e câmaras, como base a esta nossa gestão, três eixos estratégicos: inovação, conexão e cultura. Na inovação, quero dizer que a cidade tem de se reinventar a cada situação que ela esteja absorvendo. Se há demandas ou problemas em um determinado setor no município, a sociedade, conjuntamente com o prefeito e os vereadores, precisa achar uma resposta. Temos que estruturar um ambiente para a economia criativa em todos os setores. Na conexão, é fazer com que a cidade, através de sua população, desperte o interesse de conhecer outros bairros e outros centros comerciais locais, ou seja, criar a interação através de feiras, eventos ou encontros culturais. A população não deve ocupar apenas o seu bairro e o comércio próximo, mas sim despertar o seu interesse em conhecer de fato a cidade em que ela habita. A cultura, é fazer o cidadão ser o fazendense na essência, despertando o interesse dele em gostar de habitar e defender a cidade em que reside com a sua família. Logo, a cidade tem de ser criativa e, para isso, ela deve ser recheada de movimentos culturais.

Quero destacar que é sim possível a sociedade se despertar e mudar. E não é apenas votando no candidato a prefeito e vereador que julgamos os melhores, mas fazendo com que eles trabalhem de acordo com o interesse da cidade. Também temos que enxergar que o gestor público carrega um peso enorme em seus ombros, pois decisões importantes sairão de seu veredicto, sabendo que nunca irá agradar a todos. Por isso, reforço: é necessário o diálogo com a sociedade civil organizada e os poderes constituídos. Nosso município tem tido números de crescimento fantásticos, porém estes números precisam ser desenvolvidos, sob a pena destes crescentes indicadores, muitas vezes não mensuráveis, atropelarem o nosso planejamento.

Assim, estamos lançando uma ideia denominada Fazenda Rio Grande 2050, proposta esta que vem contar com o apoio incondicional de estrutura de consultoria, organizando a sociedade civil e preparando os seus líderes, para que junto aos governantes eleitos possamos criar uma plataforma integrada de governo, com ações de médio e longo prazos, projetando uma cidade que queremos através de uma compilação unificada e agrupada. Nesta edição, na página 37, estaremos apresentando uma marca desta iniciativa, desenvolvida pelo nosso designer Marcel Noda Bastos, que abrirá estes trabalhos a partir de 2017, projetando o futuro desta cidade pensando como ela poderá ficar em 2050.

Ao finalizar esta mensagem, reforço que a ACINFAZ assumiu, no dia 29 de agosto, a proposta de ser uma grande incentivadora na construção de um município repensado, com planejamento e ações futuras, por meio da democracia de ouvir a população através das organizações e debater com os nossos governantes a grande matriz de uma cidade que queremos!

Vamos avançar para uma Fazenda Rio Grande 2050!

Um grande abraço!

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Gastão Fabiano Gonchorovski

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33 Comments

  1. Thomastub

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