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Energias Renováveis: bom para o planeta, bom para o bolso

[vc_row css=”.vc_custom_1451926375382{margin-bottom: 20px !important;border-bottom-width: 20px !important;padding-bottom: 20px !important;}”][vc_column][vc_column_text font_size=”14″]O mercado de energias renováveis está crescendo cada vez mais. Em 2018, o mercado fotovoltaico (energia solar) cresceu 805% no Brasil, de acordo com dados da EPE (Empresa de Pesquisa Energética). Esse mercado geral inclui as usinas centralizadas, que são concessões do governo. Embora exista esse crescimento, ainda é um mercado pequeno. Hoje, o fotovoltaico representa em unidades consumidoras em ligações de energia do Brasil todo, em torno de 70 mil ligações.

A energia solar é limpa, renovável e apresenta muitas vantagens para o meio ambiente e saúde das pessoas, pois não há emissão de gases poluentes ou outros tipos de resíduos, de acordo com André Luiz Cenci, proprietário da empresa ALC Solar. Ele disse: “Ninguém vive sem energia elétrica nos dias de hoje, o aumento da população mundial vem crescendo, e de onde vamos tirar nossa energia? O sol é uma fonte inesgotável de energia, temos que saber aproveitar”. Cenci afirma que a energia solar é gerada através da irradiação que o sol emite, dessa forma o sistema funciona até em dias nublados pois não dependem de calor. Ele explica: “Quando a irradiação incide sobre os módulos, acontece o chamado de efeito fotovoltaico, que é a reação dos elétrons positivos e negativos. Essa energia é transmitida até um inversor em corrente continua, onde é transformada em corrente alternada, que é a energia que usamos dentro das casas”.

Cenci acredita que a procura em Fazenda Rio Grande ainda está pequena, pois muitas pessoas tem medo da tecnologia. De acordo com ele, atualmente o sistema se paga em menos de 5 anos e tem uma vida útil de mais ou menos 30 anos, o que faz com que o dinheiro investido retorne logo. “Acredito que a cidade seja um polo energético muito bom, devido as muitas residências que são feitas todos os anos. A Fazenda tem muito a crescer ainda em todas as áreas possíveis, tanto em aquecimento solar, quanto em energia fotovoltaica” complementa André Luiz. Energia solar é uma alternativa que o consumidor nos dias de hoje tem, para escapar do alto preço da fatura de energia convencional. Além de estar pensando em um planeta mais limpo, com menos destruição, está contribuindo para sua renda familiar. Hoje, uma pequena família consegue economizar em até R$ 1.500 por ano e tudo isso ajuda para o desenvolvimento da cidade, pois esse dinheiro pode ser aplicado em compras na região.

Alexandre Rossi, diretor da Gena Energia Solar, comenta que a grande massa de consumidores tem um “contrato” com a companhia de energia elétrica e é com prazo indeterminado. Ou seja, todo mês a energia consumida precisa ser paga, é um custo fixo. “Quando você instala uma mini usina fotovoltaica dentro da regulamentação, você está se livrando de um custo fixo eterno e trocando por um investimento temporário” disse ele. Rossi afirma que esse é um dos benefícios, ou seja, o diferencial financeiro. “Segunda questão, quando você instala uma usina, a economia que você vai ter com a energia elétrica representa uma equivalência financeira muito superior a qualquer aplicação financeira que o banco pode te pagar”. Rossi explica que o banco paga no máximo 1% de lucratividade e reforça que ainda é preciso pagar imposto de renda. Mas, no investimento fotovoltaico é um retorno de até 2% ao mês.

Um terceiro ponto, de acordo com Alexandre, é a questão de ser algo bom para o planeta. “Por mais que no Brasil nós tenhamos uma matriz energética que é hidroelétrica, precisa de um lago muito grande para movimentar uma usina, a Itaipu, por exemplo”. Ele complementa que o telhado da residência, do comércio ou indústria pode ser utilizado, onde não se ocupa nenhum espaço a mais e ainda gera energia. Quarto benefício é gerar energia no lugar que ela vai ser consumida, retirar do governo a carga de realizar uma infraestrutura, de precisar fazer linhas de transmissão ou distribuição. É bom para o planeta, é bom para o bolso e bom para o governo.

Alexandre Rossi finaliza falando que a instalação de usinas fotovoltaicas em todos os estabelecimentos é uma questão de tempo. “Todos vão ter uma usina fotovoltaica em casa, é uma tendência”. Rossi complementa que a COHAB (Companhia de Habitação Popular de Curitiba) entrou em contato com ele para a possibilidade de estudos de implantação de usinas fotovoltaicas nas casas populares.

O sócio e administrador da Ventusolar, empresa de venda e instalação de sistemas de energia solar e eólica, Fernando Gonçalves Silva, explica que o sistema de energia eólica funciona transformando a energia de deslocamento do vento em energia de rotação de um gerador eletromagnético. Esse transforma a energia de rotação em energia elétrica alternada, que, com o auxílio de um retificador e um inversor, pode se conectar à rede pública na mesma tensão e frequência. De acordo com Silva, em áreas rurais a procura é alta, mas como nesse ambiente a tarifa de energia é subsidiada, o retorno do investimento é em um prazo maior. “Os fazendeiros também procuram bastante este por equipamentos off-grid (que são caracterizados por não se conectarem à rede elétrica, é um sistema que abastece diretamente os aparelhos que utilizam a energia e é um modo mais econômico e prático em locais mais remotos) de energia solar e eólica, com a intenção de se livrar das constantes quedas de energia no campo, mas se assustam com os altos custos das baterias” disse ele.

O empresário Fernando Mantovani afirma que decidiu colocar as placas fotovoltaicas em sua clínica por motivo de economia. “Eu economizo R$200 por mês com as placas solares. Vale sim o investimento, depois dos 5 anos que eu terminar de pagar as placas, eu vou ter essa garantia durante mais 20 anos, são R$800 de energia que eu não vou estar pagando” disse ele. Mantovani também comenta que além de economizar energia elétrica, estão poupando as emissões de gás carbônico, que é liberado na atmosfera em grande quantidade. “É ecológico também. Na verdade, se sobrar energia da clínica eu posso descontar da conta da minha de casa”. Ele afirma que está fazendo orçamentos para duplicar a capacidade de captação.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row css=”.vc_custom_1451912129406{margin-top: 20px !important;border-top-width: 20px !important;padding-top: 20px !important;}”][vc_column][rd_line color=”#d8d8d8″ use_icon=”yes” icon_size=”10″ icon_pos=”center” width=”50″ line_pos=”center” icon=”ty2-sun”][/vc_column][/vc_row]